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Saiba como sair do operacional da empresa e transformar sua gestão. Estratégias de liderança, cultura e processos para escalar resultados de forma previsível
Por Redação Space Edu — São Paulo
Última atualização – 21/11/2025 às 11:00
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Todo empresário, em algum momento da sua jornada, já se fez a seguinte pergunta: “como sair do operacional da empresa e realmente assumir o papel de dono?”.
É um dilema comum, especialmente para quem começou pequeno, foi crescendo e percebeu que passou a maior parte do tempo apagando incêndios, cuidando de pendências e se vendo mais como funcionário do próprio negócio do que como estrategista.
Mas a verdade é que continuar preso ao operacional é uma armadilha perigosa. E a saída exige clareza sobre o que realmente é ser empresário, sobre os diferentes níveis de uma empresa e, principalmente, sobre como estruturar lideranças e processos.
Este artigo é um guia completo para empresários que querem escalar seus negócios e conquistar liberdade.
A maioria dos empresários não percebe, mas vive em um ciclo constante de pendências. São e-mails que precisam ser respondidos, clientes que ligam a todo momento, fornecedores que exigem soluções imediatas e tarefas pequenas que, somadas, consomem a energia de um gestor.
E aqui está o risco: quando o empresário foca mais em pendências do que em tendências, ele deixa de preparar a empresa para o futuro.
Quem se prende às pendências não cria espaço mental para pensar em tendências: tecnologia, novos modelos de consumo, mudanças de mercado. E é nesse ponto que muitos negócios ficam estagnados.
Transforme sua Carreira: Saia do Operacional com Passos Práticos | Gilberto Augusto
Toda empresa funciona com base em três níveis, chamados de ETO.
O estratégico é formado pelos sócios e fundadores. É quem pensa no crescimento, quem tem a visão de futuro e gera ideias novas todos os dias. Empresário que é empresário está o tempo todo imaginando o que pode ser feito de diferente.
O nível tático é formado pelos gerentes, coordenadores e diretores. Eles pegam as ideias do estratégico e as transformam em um plano de execução, usando ferramentas como o 5W2H (o quê, quando, onde, quem, como, quanto).
É o nível da mão de obra, dos colaboradores que fazem o plano sair do papel. Eles precisam de clareza sobre tarefas e rotinas para executar bem.
Em qualquer empresa, existem os cérebros de obra e as mãos de obra.
Quando o dono fica no operacional, ele deixa de ser cérebro de obra, que é alguém que pensa no crescimento, e se transforma em mão de obra. Isso limita e impede a escalabilidade.
O cérebro de obra cria processos inteligentes. A mão de obra executa esses processos. Essa separação é fundamental para que a empresa cresça sem depender 100% do fundador.
Sair do operacional exige a construção de uma camada de lideranças-chave.
É quem conecta a visão dos sócios com os planos do dia a dia.
Responsável por fazer a máquina girar, garantindo que todos os processos aconteçam.
Sem clareza de caixa, margens e lucros, a empresa engorda até quebrar. O CFO é quem assegura a saúde financeira.
Uma figura rara no Brasil, mas essencial. É o responsável por treinar e manter a cultura viva. Sem treinamento contínuo, colaboradores se perdem no meio do caminho.
É o responsável pelo marketing e pela geração de oportunidades de venda. Sem ele, a empresa não cresce.
Em empresas menores, contratar um gestor de projetos pode ser mais viável que um diretor completo. O importante é que alguém assuma a responsabilidade pela organização dos processos.
Muitos acreditam que só podem contratar pessoas boas depois que o caixa melhorar.
É com gente boa que se faz dinheiro. Esperar ter caixa para depois contratar pode condenar a empresa à estagnação.
Gente boa não vai para empresas ruins. Atraí-los depende de construir um ambiente de crescimento e aprendizado.
O McDonald’s não tem os funcionários mais inteligentes do mundo, mas possui processos tão inteligentes que pessoas comuns conseguem entregar resultados extraordinários.
Esse é o verdadeiro sinal de maturidade empresarial: a empresa anda sozinha, independente da presença constante do dono.
O empresário que concentra tudo em si mesmo acaba exausto, improdutivo e sem visão de futuro.
Falta confiança na equipe, ausência de processos e medo de delegar mantêm muitos donos aprisionados no operacional.
Ao entender como sair do operacional da empresa, o empresário deixa de ser um faz-tudo e se torna líder de crescimento.
Isso significa mais escala, mais lucro e, principalmente, mais liberdade.
Se você leu até aqui, provavelmente está buscando os caminhos para se libertar do operacional e transformar sua empresa em uma máquina de crescimento.
É exatamente isso que o Programa Escala de Negócios entrega: uma imersão de três dias sobre gestão, marketing e vendas que já tirou centenas de empresários do operacional e os levou a resultados extraordinários.
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